terça-feira, 6 de junho de 2017

PROJETO "SAMBADOR SOU EU"

O projeto “SAMBADOR SOU EU” idealizado pela artista Cléia Alves e premiado pelo Edital Proarte 2013, e promovido pela Secretaria de Estado de Cultura do Amazonas finaliza uma etapa de sua produção. O projeto teve como objetivo principal a conclusão das gravações das músicas do Grupo de Samba de Roda Vozes do Cativeiro, grupo que vem atuando e fomentando a cultura afro-brasileira tendo o samba de roda como o ritmo e dança principal em suas apresentações na cidade de Manaus.  

A realização do projeto “Sambador Sou Eu” com a artista Cléia Alves, o Grupo de Samba de Roda Vozes do Cativeiro e a equipe de 2 (dois) artistas e mestre do saber, tendo a coordenação musical do Mestre KK Bonates, apoio do Mestre Augusto Januário (BA), com o apoio fundamental  da Associação dos Mestres e Brincantes da Cultura Popular do Amazonas, Escola de Capoeira Matumbé, Grupo Cultural Malungo Dudu foi de extrema importância para a cidade de Manaus, pois sabemos que temas como este ainda são assuntos de muita discriminação e preconceito no que se refere ao legado do negro na nossa formação étnica social e cultural.

Cléia Alves juntamente com estes grupos e associação vem dedicando-se a promover à inclusão, a mobilidade e a visibilidade social, a consciência étnica de identidade e de cidadania. Acreditamos que a vivência individual e comunitária da ludicidade do samba de roda vem contribuindo para o estabelecimento de um novo olhar sobre a cultura afrodescendente e reforçará a autoestima daqueles que o praticam e que já desenvolveram uma consciência étnica, histórica e cidadã crítica além de reforçar a manutenção da memória e das tradições culturais por meio da pesquisa, intercâmbio, registro, documentação, transmissão e valorização dos mestres dos saberes. É um projeto original e pioneiro sendo que o mesmo se coaduna com as diretrizes do Sistema Estadual de Cultura.

A conclusão da gravação do cd, além do registro da memória do Grupo vem contribuir como material didático para as escolas públicas principalmente para a Lei 10.639, além de divulgar o nosso trabalho.

Desejamos que projetos como este venham cada vez mais sendo apoiados pela Secretaria de Estado de Cultura do Amazonas e outras secretarias no estado do Amazonas.





CAPA DO CD

terça-feira, 25 de abril de 2017

MULHERES IN RIMA- RAP FEMININO MANAUARA

Mulheres In Rima- Rap Feminino Manauara é um projeto musical feminino da região norte/Manaus, com sua formação em 21 de março de 2017.

Idealizado por Cida Aripória tem como integrantes Dby Mitsue, Cléia Alves,  e Dj Pãmmy, todas são mulheres artistas residentes em Manaus.

A ideia desse projeto é estimular através da música a valorização, empoderamento, protagonismo das mulheres do Rap Amazonense. É levar através das letras o fortalecimento feminino das mulheres de Manaus, principalmente no HIP HOP, com intuito de combater o machismo, racismo, preconceito e violência, pensando na valorização e respeito da luta das mulheres no Brasil.

O projeto tem também como uma das ações, realizar homenagens póstumas as mulheres, cantando suas músicas, estar convidando mulheres que integram o movimento Hip Hop em Manaus e outras artistas que fazem parte do cenário musical, também realizar parcerias musicais com os grupos de cultura popular e grupos que integram a Rede da Associação dos Mestres e Brincantes da Cultura Popular do Amazonas. Para este primeiro momento o Mulheres in Rima convidou a Mc Nanda Cruz para estar somando forças e  apresentando seu trabalho autoral, e no dia 08 de abril esteve no palco do II Noites do Norte- Festival de Artes na Rua, na Avenida Eduardo Ribeiro bem como no projeto Minas no Mic - Baile das Minas, os dois eventos aconteceram no Centro de Manaus.

Impressões das artistas 

Cléia Alves
"Eu venho a algum tempo fazendo um trabalho com a cultura popular de matrizes negras e quero através do projeto Mulheres In Rima estimular as outras mulheres negras a entender um pouco mais sobre sua identidade e valorizar a autoestima, através da música, das roupas étnicas como o turbante, tecidos e acessórios, como forma de reconhecimento da cultura negra. Acredito que isto poderá ajudar um pouco mais as outras mulheres a se empoderar, ter consciência de suas origens  e entender sobre a questão social, política e cultura do negro na nossa construção histórica, principalmente a luta e o enfrentamento do racismo e a opressão que as mulheres negras sofrem diariamente."

Dby Mitsue
"Meu propósito é levar a arte na sua diversidade para que as pessoas se identifiquem como ferramenta de transformação na sua comunidade, principalmente mulheres e crianças da periferia que são as que mais sofrem limitações social e econômica e veem suas esperanças diminuídas e seus talentos não valorizados por falta de apoio, por falta de conhecimento e reconhecimento de seus valores culturais e por isso se sentem preteridas e sem autoestima . Mulheres In Rima é nosso grito de liberdade, com uma linguagem simples e direta. Sim você é você pode!"

Dj Pãmmy
"Pretendo mostra que a mulher não importa se é preta ou branca, pode sim fazer a diferença na cena do hip hop manauara, e em todo o Brasil. Porque mulher não é a moda antiga, nós não somos somente para está lavando a roupa e fazendo a comida para os homens. Mais sim, fazermos a nossa história, mostrar que mulher tem força do tamanho de um dragão, vamos dizer muito mais força do que o homem. Hoje em dia a mulher ela é o pai e mãe numa família. Pretendo mostra que mulher canta sim, um rap na leveza e no poder."

Cida Aripória
"O Mulheres In Rima nada mais é que uma iniciativa de enfrentamento a toda forma de violência contra as mulheres através da música rap. É mais uma iniciativa que vem dar continuidade aos trabalhos que já venho fazendo desde 2003 quando comecei a fomentar o feminismo e incomodar o machismo dentro do meu meio cultural Hip Hop em Manaus. Almejo que consigamos alcançar nosso objetivo de forma a conscientizar e orientar as mulheres e meninas sobre os seus direitos, levantando a autoestima, com direito à educação, saúde, cidadania, moradia digna e proteção à vida, para que possam viver sem temer e que sejam multiplicadoras dessa luta que é ajudar outras mulheres."

O Mulheres In Rima pretende além de estar com a música, realizar e firmar parcerias com outros seguimentos artísticos do Amazonas e com coletivos femininos e organizações de mulheres de outros estados da região norte e nordeste, bem como viajar para o interior do Amazonas.


Para saber mais sobre o projeto Mulheres In Rima acesse:


Para saber mais sobre projetos parceiros do projeto  Mulheres In Rima acesse:

Contatos :

Cléia Alves:
cleiaalves.am@gmail.com

Cida Aripória

NOITES DO NORTE

NOITES DO NORTE



BAILE DAS MINAS

BAILE DAS MINAS

NOITES DO NORTE


NOITES DO NORTE

NOITES DO NORTE

NOITES DO NORTE
NOITES DO NORTE







quinta-feira, 16 de março de 2017

MARCHA DAS MULHERES MANAUS 2017

O dia 08 de Março em Manaus foi mais um dia de luta para as mulheres, uma data pra refletir e sair às ruas em marcha pelos direitos de todas.
Neste dia foi realizada uma paralisação para que as nossas vozes e tambores fossem ouvidas por muitos manauaras e todos que estavam no trajeto da marcha que começou com uma concentração às 15: 00 horas na Praça da Saudade, seguindo pela Rua Epaminondas, Avenida Sete de Setembro e finalizando na Praça da Polícia, com uma programação artística até às 20:00 horas
A Marcha das Mulheres Manaus foi organizada pelas mulheres da Frente de Lutas “Fora Temer”- Manaus, e também pelos companheiros que estiveram dando força para a realização deste importante evento em Manaus.
A proposta deste ato político foi uma paralisação para protestar  contra a violência, o machismo, feminicídio, misoginia, desigualdade de gêneros e por todos os direitos da  mulher em especial aos impostos pelo atual governo golpista.
A Marcha contou com mulheres ativistas de vários seguimentos, coletivos femininos, partidos e sindicatos, do Maracatu Baque Mulher Manaus e do Movimento Hip Hop.

Sobre a proposta da Frente de Luta “Fora Temer” - Manaus

NENHUMA A MENOS! NENHUM DIREITO A MENOS!

PARADA do 8M por conta da Greve Internacional de Mulheres
UM DIA SEM MULHERES: essa é a proposta da Greve Internacional de Mulheres, ou apenas #8M, um ato de protesto organizado de forma colaborativa por ativistas de 50 países. A proposta é que, por quanto tempo puderem, pelo menos por alguns minutos, mulheres parem suas tarefas como um manifesto contra o feminicídio e a desigualdade de gêneros.

No Brasil, o movimento está sendo unificado sob o nome de Parada Brasileira de Mulheres e já está organizado em estados como Rio de Janeiro, Pernambuco e Rio Grande do Sul. Além de eventos em grupo, como marchas e rodas de debate, as interessadas também estão convidadas a fazerem pequenas ações, como vestir roupas da cor lilás e usar o tempo de almoço para conversar com as colegas de trabalho sobre as desigualdades de gênero.


Agenda do dia 8 de Março de 2017:

4h30 Paralisação no Distrito Industrial pelas primeiras horas

7h00 Panfletagem na feira da Manaus Moderna

15h00 Marcha das Mulheres na Praça da Saudade
15:00h - Concentração Praça da Saudade

15:30 - Intervenção do Ativismo Materno (Roda Baré)
16:00 - Baque Mulher Manaus

16:20 - Início da Marcha
17h - Parada Final: Praça da Polícia:

Intervenção artística do RAP FEMININO Cida Aripória participação Dby Mitsue e Cléia Alves
Intervenção artística do Baque Mulher Manaus
17: 30 - Intervenção artística do FPMM
Apresentações culturais femininas

18h - Banda Solar Roots e Dj Pãmmy Ferreira
18h30 - DJ Naty Veiga
19h - Bloco Du Regional
19: 30 - Maracatu Pedra Encantada



Coletivos de Mulheres que estiveram mais à  frente na Comissão de organização da Marcha:

Fórum Permanente das Mulheres de Manaus
Setorial de Mulheres do Psol
Coletivo Feminista Ana Montenegro
Coletivo Difusão
Movimento Mulheres em Luta
Coletivo de Hip Hop Feminino MariaM.
Centro de Investigação em Arte e Cultura Afroameríndia- AM/ FACCI

Para saber mais sobre a Frente de Lutas “Fora Temer”- Manaus acesse:
https://www.facebook.com/frentedelutasforatemermanaus/?fref=ts
















Fotos de Keila Serruya para ver mais acesse:
https://www.flickr.com/photos/128955062@N04/albums/72157677732458394

Fotos de Robert Coelho para ver mais acesse:
https://www.flickr.com/photos/robertcoelho/sets/72157677827916443

Fotos de Paula Moraes para ver mais acesse: 
https://www.flickr.com/photos/coletivo_difusao/sets/72157677708350094

sexta-feira, 10 de março de 2017

OCUPAMINART PARTICIPA DE RODA DE CONVERSAS NA LIVRARIA LEITURA EM MANAUS

Cida Aripória e Cléia Alves idealizadoras e coordenadoras do OcupaMinArt estiveram participando, no dia 06 de março, com início às 19:30 horas, da Roda de Conversa com a professora e doutora Rita de Cassia Fraga Machado, sobre Sororidade e lutas , Movimentos e resistência : direitos das mulheres no Brasil (Livros Estudos Feministas) e (Mulheres e a Educação Popular ) promovida pelo Instituto Mana na Livraria Leitura em Manaus.

Sobre a autora - Rita de Cássia é Professora Adjunta na Universidade do Estado do Amazonas – UEA. Doutora em Educação pelo Programa de Pós Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRGS. Professora substituta entre 2010-2012 na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, atuou também como professora no curso de especialização e aperfeiçoamento em Educação de Jovens e Adultos. Mestre em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É licenciada e Bacharel em Filosofia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos- UNISINOS, onde atuou como bolsista de Iniciação científica do CNPq.

Sobre o Instituto Mana
Tem como missão promover e defender os direitos das mulheres (cis e trans) e os direitos à livre orientação sexual e identidade de gênero, contribuindo para a formação de uma sociedade mais justa, igualitária e plural.

- Empoderamento feminino: fomento ao protagonismo das mulheres (cis ou trans) na luta por seus interesses através da educação em direitos das mulheres, direito à livre orientação sexual e identidade de gênero e orientação cidadã.

- Educação para a tolerância: realização de projetos educacionais e culturais para conscientização da sociedade e de agentes públicos para tolerância e respeito dos direitos das mulheres e para as questões de gênero.

- Ativismo Social: iniciativas focadas em inspirar, engajar e unir as mulheres para promoverem transformações sociais pela igualdade de gênero.

A Roda de conversa teve participações de estudantes de psicologia e de ativistas sociais. A importância de encontros com reflexões, diálogos e relatos sobre as diversas experiências das participantes só fortalece e agrega mais mulheres para a rede de compartilhamentos em que o OcupaMinart se propõem. Desejamos estar com outras mulheres para que juntas possamos estar cada vez mais somando forças para o combate do machismo, a violência e a discriminação.

Para saber mais sobre o OcupaMinArt  acesse:
https://www.facebook.com/1-Ocupaminart-387355964958303/

Para saber mais sobre o Instituo Mana acesse:
https://www.facebook.com/oinstitutomana/?fref=ts

Para saber mais sobre  Rita de Cassia Fraga Machado acesse:
https://www.facebook.com/ritadecassia.machado.18?fref=ts




quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

OCUPAMINART 2017

No dia 12 de fevereiro das 13: 00h às 18: 30h, na Casa do Centro, Rua Frei José dos Inocentes,nº152, Centro Antigo de Manaus, será realizado o  OcupaMinArt  2017.

Idealizado pelas artistas e militantes Cida Aripória do Coletivo MariaM-AM, Cléia Alves do  Centro de Investigação em Arte e Cultura Afroameríndia-FACCI/AM e Chermie Ferreira do  MUMBI- Salvador/BA.O evento tem como objetivo estimular cada vez mais o empoderamento e fortalecimento feminino nas produções artísticas de Manaus, principalmente no HIP HOP, nas artes cênicas, audiovisual, nos movimentos de cultura popular, na política, e em vários seguimentos de luta e resistência que queiram participar com intuito de combater o machismo, racismo, preconceito e violência, pensando ainda mais na valorização e respeito da luta das mulheres no Brasil.

A artista e militante Cida Aripória fala que: " Nós mulheres sempre estivemos presentes nos espaços e fomos invisibilizadas por conta do patriarcado, hoje ouve uma "melhora" mais temos muito que avançar, temos que se fazer presente cada vez mais nos espaços públicos e privados, praças e ruas, da periferia ao centro, como estamos fazendo há vários anos. Eu por ser da cultura Hip-Hop, a rua sempre foi o nosso foco maior, fazendo programações protagonizadas  por artistas mulheres, produtoras independentes, feministas e mobilizadoras culturais, dando um levante as ações que produza reflexão, diversão e autoestima das mulheres infanto-juvenil e adulta, propondo atividades sócio política e cultural na cidade, dando mais visibilidade as mulheres.

Chermie Ferreira fala que: “ Quando falamos em "ocupar", pensamos em todas as lutas que a sociedade vem enfrentando durante todo tempo. A palavra ocupar pros movimentos sociais é muito importante, é quando por atos falamos "Estamos aqui!”. Se encaixa muito bem nas lutas das mulheres. Sempre nas lutas estamos ocupando .Quando ocupamos as empresas por uma condição melhor de trabalho. Quando ocupamos as ruas por direitos cíveis. Em toda história das mulheres OCUPAMOS. E se falamos ocupar, falamos em direito à cidade que sempre nos foi roubada o direito de ocupar ela como um sujeito político. O OcupaMinaArt significa que temos o direito de estar nos espaços não apenas na política, mas na arte nas suas variadas vertentes. E estamos sim em luta, ocupando seja o espaço que for. "Continuaremos em marcha até que todas sejamos livres”.

Cléia Alves nos fala que: “este evento é um dos muitos que queremos realizar em Manaus e também no interior do Amazonas. Precisamos estar trazendo as mulheres para o diálogo do que é o empoderamento e o feminismo, e através do cineclube, com mostras de documentários e filmes, estaremos abrindo pra rodas de conversas para reflexões e compartilhamentos de ideias e pensamentos sobre como avançamos e sobre o que ainda precisa avançar nas questões que cercam a mulher no Brasil. Estaremos também  realizando oficinas, apresentações artísticas, performances e exposições  de moda para o fortalecimento de identidade e autoestima das mulheres”.

O OcupaMinArt é um evento de caráter gratuito que tem o intuito de aproximar as mulheres, incentivar ao protagonismo, a sororidade, o empoderamento, valorizando  todas as produções femininas em Manaus.

Atrações :
Dj Pammy
Cine com o documentário: Sem Fim? Documentário Feminismo.
Roda de diálogos (Mulheres que ocupam)
Pocket Show com Nanda Cruz + Strelada 
Banda Solar Roots
Performance : Uýra Sodoma
Dj Naty Veiga
Apresentação de Breaking Dance com a Bgirl Lany "Vlastas Crew"
Exposição e venda da  Pretice das Negas
Oficina de cartazes e confecção de faixa manifesto.

Realização:
Cida Aripória -Coletivo MariaM/AM,
Cléia Alves -Centro de Investigação em Arte e Cultura Afroameríndia- FACCI/AM
Chermie Ferreira - MUMBI- Salvador/BA.

Apoio:
Associação dos Mestres e Brincantes da Cultura Popular do Amazonas
Pretice das Negas
Cia Vitória Régia
COMCHIBÉ Artes

O OcupaMinArt também estar mobilizando para a paralisação nacional no dia 08 de Março dia em que as mulheres vão parar, em forma de protesto contra as inúmeras formas de violência que vem ocorrendo diariamente com as mulheres em todo o mundo.

Se você se identificou então vem pro #OcupaMinArt !




CHERMIE FERREIRA

CIDA ARIPÓRIA

CLÉIA ALVES

domingo, 1 de janeiro de 2017

Ijó Lê- Vivências com Cida Aripória e Lamartine Silva

Vivências com Cida Aripória e Lamartine Silva, é uma das ações do projeto Ijó Lê- Danças de Matrizes Negras em Manaus, foi realizada em agosto de 2016, na sala de dança do ginásio do São José-Zezão, no bairro São José I, Zona Leste de Manaus. Este projeto foi contemplado com o prêmio Edital Diversidade Cultural -Proarte 2013, da proponente Muriell Gonçalves, coordenação geral de Cléia Alves e Coordenação pedagógica de Edna Marta Marti. Realização da Secretaria de Estado de Cultura do Amazonas-SEC. Apoio Prefeitura de Manaus, Cia Ballet da Barra, Centro de Investigação em Arte e Cultura Afroameríndia do Amazonas- FACCI, Manaus-AM, dezembro de 2016.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Ijó Lê-Aulas, criações coreográficas e ensaios com Cléia Alves

Aulas, criações coreográficas e ensaios com Cléia Alves é uma das ações do projeto Ijó Lê- Danças de Matrizes Negras em Manaus.Estas atividades foram realizadas nos meses de agosto a dezembro de 2016 no ginásio do São José-Zezão, no bairro São José I, Zona Leste de Manaus. Este projeto foi contemplado pelo prêmio Edital Diversidade Cultural -Proarte 2013, da proponente Muriell Gonçalves, coordenação geral de Cléia Alves e Coordenação pedagógica de Edna Marta Marti. Realização da Secretaria de Estado de Cultura do Amazonas-SEC. Apoio Prefeitura de Manaus, Cia Ballet da Barra, Centro de Investigação em Arte e Cultura Afroameríndia do Amazonas- FACCI, Manaus-AM, dezembro de 2016

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Projeto Ijó Lê- Vivências com o Mestre KK Bonates

Vivências com o Mestre KK Bonates da Escola de Capoeira Matumbé-AM, é uma das ações do projeto Ijó Lê- Danças de Matrizes Negras em Manaus, foi realizada em outubro de 2016 no ginásio do São José-Zezão, no bairro São José I, Zona Leste de Manaus. Este projeto foi ganhador do prêmio Edital Diversidade Cultural -Proarte 2013, da proponente Muriell Gonçalves, coordenação geral de Cléia Alves e Coordenação pedagógica de Edna Marta Marti. Realização da Secretaria de Estado de Cultura do Amazonas-SEC. Apoio Prefeitura de Manaus, Cia Ballet da Barra, Centro de Investigação em Arte e Cultura Afroameríndia do Amazonas- FACCI, Manaus-AM, dezembro de 2016